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5 dicas para evitar os maiores conflitos em condomínios

17/01/2023

Especialistas e síndicos costumam tratá-los como os 5 maiores conflitos em condomínios. Já resolver os problemas relacionados a esses temas não é tão simples, apesar de a legislação que rege os condomínios não ser extensa. Com o novo Código Civil, síndicos e condôminos ganharam 27 artigos para nortear seus direitos e deveres. "Mas essas normas tratam os assuntos de forma genérica.”

Apesar de a delegação de poderes aos condôminos ter tornado todo o processo mais democrático, não é de se esperar que uma multidão de pessoas cujo único vínculo comum é o fato de terem escolhido o mesmo lugar para morar cheguem rapidamente a um consenso sobre temas considerados polêmicos até mesmo para juristas. Para resolver esse tipo de impasse, os especialistas aconselham a criação de regras e sanções bastante detalhadas para nortear a convivência.

1 - Cachorro: Campeões de resmungos de vizinhos, os animais de estimação até pouco tempo eram proibidos por boa parte dos condomínios. Mas os tempos mudaram. Em estados como Rio de Janeiro, esse tipo de regra já se tornou ilegal. Nas outras regiões, a jurisprudência garante ganho de causa para quem entra com ação pedindo autorização para ter um bichinho dentro do apartamento. A dica, então, é ser extremamente meticuloso na criação do regulamento interno. "Tem que abranger todos os detalhes - se pode entrar pela garagem ou pela porta de pedestres ou em que situações o animal deve usar focinheira, por exemplo", diz Marcio Rachkorsky "Isso já é meio caminho andado para evitar confusões".

2 - Crianças: O primeiro aspecto para prevenir questões relacionadas às crianças do condomínio é criar áreas comuns de lazer. Se o prédio não possui espaço disponível, o jeito é usar a criatividade. Salas ociosas podem ser transformadas em brinquedotecas, em sala de jogos e até ser equipadas com home theater para exibição de filmes.

3 - Carro: A maneira como cada morador enxerga o ato de conduzir um veículo pode ser outro pivô de atritos homéricos no condomínio. A começar pela segurança. Estabelecido isso, o próximo passo é determinar a velocidade máxima para os veículos e, em casos de escassez de espaço, adaptar o estacionamento do prédio. Em geral, falta espaço para a maioria dos condôminos estacionar veículos de grande porte, como picapes ou SUVs - cada vez mais comuns no Brasil. Com pouco espaço, cresce o risco de que haja avarias na lataria.

4 - Barulho: Os decibéis emitidos pelos moradores são pivôs de discussões e caras feias nos condôminos. É o salto da vizinha do andar de cima que impede que alguém consiga tirar um cochilo, são as crianças que não param de pular ou o gosto musical duvidoso do companheiro de andar. Em alguns estados, existem leis que determinam qual é esse limite. Em algumas regiões da capital carioca, por exemplo, o barulho em condomínios não pode exceder 35 decibéis. No entanto, em alguns casos, os próprios condôminos devem recorrer a lei de vizinhança para resolver o conflito. "Se o barulho incomodar apenas uma pessoa, o condomínio não tem legitimidade para intervir", afirma o advogado da ABADI (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis).

5 - Comércio: Com expansão do mercado autônomo e de projetos de trabalho remoto, tornou-se comum que profissionais de diversas áreas atendam clientes em suas próprias residências. Apesar dos benefícios para os profissionais, esta prática pode ser traduzida em riscos de segurança para os outros moradores.

Agora que você já conhece as 5 dicas para resolver os maiores conflitos em condomínios, temos alguns serviços para melhorar ainda mais a vida em condomínios, a Monitora Bento Brasil conta com controle de acessos, onde utiliza tecnologias que podem se comunicar internamente pelo interfone digital ou ainda remotamente com os moradores através dos seus aparelhos celulares. Nestes sistemas os visitantes, prestadores de serviços eventuais ou entregadores, ao acionar o painel em frente à residência, conversam via aplicativo com os moradores. Se for o caso, os moradores liberam os acessos ou acionam os armários inteligentes para o recebimento de mercadorias. Já os moradores ou outras pessoas cadastradas possuem acesso liberado conforme tenha sido programado. Tudo o que for tratado fica gravado no sistema para eventuais análises posteriores. Também existem três pontos de acessos externos que precisam ser monitorados e controlados: os portões de acesso de pedestres, os portões de acessos de veículos e as demais áreas perimetrais. Nossos projetos alcançam os três tipos de controle e monitoramento dos acessos externos através de sistemas operacionais autônomos, híbridos ou completos.

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Fonte: exame.com/invest

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